Olá, viajantes de primeira viagem dessa coisa chamada: vida! Primeiramente vou me apresentar, sou o Gustavo, mas por favor me chamem de GUS! Agradecido. Não é que eu não goste do meu nome, mas só me chamam assim quando estão bravos comigo, sabe? Tipo quando temos um nome composto e a mãe chama pelos dois nomes.
Enfim!
Fico honrado em ter recebido o convite desta incrível pessoa e blogeira que é a Morgana, ou melhor, minha Morgs. Fico mais honrado ainda de saber que na equipe também se encontra o grande escritor Wilson! Ou Will (desculpe a intimidade haha).
Como devem imaginar, sou escritor! Atualmente estou com um projeto de um livro que publico online mas que futuramente pretendo publicá-lo fisicamente, me desejem sorte! Haha.
Meus textos geralmente (todos) carregam um pouco de mim. Seja uma visão sobre determinado assunto, ou até mesmo, alguma coisa que habita lá no fundo do meu ser, coisa que não consigo expor senão por forma de texto. Como é notável, sou péssimo me expressando verbalmente, e "excelente" na forma da escrita.
Então, caros viajantes, que tal embarcarem nessa comigo? Que tal conhecer a confusão de um pós-adolescente e pré-adulto? (afinal, um cara de 19 anos é considerado o quê?). E como primeiro texto meu, trago como tema "relacionamentos". O por quê deste assunto? É simples! Eu acabo de passar por uma desilusão amorosa (quem nunca?), e eu confesso que não sei lidar muito bem com isso, mas daí li um texto de Arnaldo Jabor chamado "Relacionamentos", suuuuuuper recomendo, hein? E acabei que usei de inspiração para o meu. Espero que gostem!
"Éramos duas crianças. Duas almas que não conheciam a força que é amar alguém. Dois corpos que nem sequer haviam se descoberto. Duas mentes que se reinventavam a todo instante. E então aconteceu, tudo mudou... Crescemos e descobrimos o amor em outras bocas e o sabor de outros abraços. Isso mesmo, tudo assim, numa confusão só.
Mas mal sabia eu, ou melhor, mal sabia nós, que o nosso filme de romance preferido seria um do outro. Que o amor mais doloroso seria do nosso fim. Crescemos, enfim. Deixamos nossa criança no passado, sim.
E então, você foi para aquela faculdade lá longe e eu para nenhuma, apenas fiquei aqui. Você foi conhecer pessoas interessantes com os mesmos gostos do teu e eu fiquei aqui com meu próprio gosto. Você foi voar e eu me enraizei.
E te culpei.
E te xinguei.
E te odiei.
E te amei.
Mas a culpa era minha, e o amor também. Então hoje, finalmente eu sigo e procuro meu rumo. Sozinho. Por que só agora eu finalmente entendi: ninguém vem para completar, mas inteiramente e unicamente para somar.

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